> 3ª Guerra mundial > sequência – linguística [ler a luz de Eça de Queiroz]

 


1.1.1 – Português [Eça de Queiroz]1

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[Eça de Queiroz]

No Moinho

“Pela primeira vez na sua existência Maria da Piedade corou com a palavra de um homem. De resto prontificou-se logo a ser a procuradora do primo...

No outro dia foram ver a fazenda. Como ficava perto, e era um dia de Março fresco e claro, partiram a pé. Ao princípio, acanhada por aquela companhia de um leão, a pobre senhora caminhava junto dele com o ar de um pássaro assustado: apesar de ele ser tão simples, havia na sua figura enérgica e musculosa, no timbre rico da sua voz, nos seus olhos pequenos e luzidios alguma coisa de forte, de dominante, que a enleava. Tinha-se-lhe prendido à orla do seu vestido um galho de silvado, e como ele se abaixara para o desprender delicadamente, o contacto daquela mão branca e fina de artista na orla da sua saia incomodou-a singularmente. Apressava o passo para chegar bem depressa à fazenda, aviar o negócio com o Teles, e voltar imediatamente a refugiar-se, como no seu elemento próprio, no ar abafado e triste do seu hospital. Mas a estrada estendia-se, branca e longa, sob o sol tépido — e a conversa de Adrião foi-a lentamente acostumando à sua presença.

Ele parecia desolado daquela tristeza da casa. Deu-lhe alguns bons conselhos: o que os pequenos necessitavam era ar, sol, uma outra vida que aquele abafamento de alcova...

Ela também assim o julgava: mas quê!, o pobre João, sempre que se lhe falava de ir passar algum tempo à quinta, afligia-se ri terrivelmente: tinha horror aos grandes ares e aos grandes horizontes: a Natureza forte fazia-o quase desmaiar; tornara-se um ser artificial, encafuado entre os cortinados da cama...

Ele então lamentou-a. Decerto poderia haver alguma satisfação num dever tão santamente cumprido... Mas enfim, ela devia ter momentos em que desejasse alguma outra coisa além daquelas quatro paredes, impregnadas do bafo da doença...

— Que hei de eu desejar mais? — disse ela. Adrião calou-se: pareceu-lhe absurdo supor que ela desejasse, realmente, o Chiado ou o Teatro da Trindade... No que ele pensava era noutros apetites, nas ambições do coração insatisfeito... Mas isto pareceu-lhe tão delicado, tão grave de dizer àquela criatura virginal e séria — que falou da paisagem...

— Já viu o moinho? — perguntou-lhe ela. — Tenho vontade de o ver, se mo quiser ir mostrar, prima." [p. 61-63]

[O conto de Eça de Queiroz]

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[https://www.dn.pt/]

[0001] Jornal o Diário de Notícias

Data do acesso [06/07/2026 = 21/04/5787 = 23/02/1448]

<Mais de 15 mil hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias> Os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.

DN/Lusa

Publicado a: 06 Jul 2026, 11:04

Atualizado a: 06 Jul 2026, 11:04

Mais de 15.000 hectares arderam em Portugal nos últimos cinco dias, tendo a área ardida duplicado entre 01 e 05 de julho, revelam dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR). Consultados pela agência Lusa, os dados do SGIFR indicam que os 4.592 incêndios florestais registados este ano provocaram 30.155 hectares de área queimada e mais de 15.000 arderam entre quarta-feira e domingo.

Segundo o SGIFR, gerido pela Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, os incêndios consumiram mais área na região Centro, num total de 14.244, tendo contribuído para estes números o fogo que começou na madrugada de quinta-feira em Vouzela (Viseu) e que só hoje foi dominado. Na região norte, a área ardida totaliza este ano 11.834.

Em relação ao mesmo período de 2025, a área ardida quase quadruplicou, registando-se este ano a maior desde 2017. Já os incêndios aumentaram este ano cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025 e verifica-se o maior número de fogos desde 2022.

Os dados do SGIFR indicam ainda que 56% da área ardida se verificou nos dias de risco elevado de incêndio. Desde a semana passada que Portugal está a registar temperaturas muito elevadas, tendo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocado vários distritos sob aviso vermelho devido ao calor.

O Governo decretou na sexta-feira situação de alerta que está em vigor até às 23:59 de hoje devido ao "significativo agravamento do risco de incêndios rurais".

Obs.: “15 mil hectares equivalem a cerca de 21 mil campos de futebol oficiais. O cálculo usa as seguintes regras:1 hectare é igual a $10.000$ m².1 campo de futebol oficial tem cerca de $7.140$ m² (como os do Maracanã).” (Google Vista geral de IA)

→ link (acessado 06/07/2026): https://www.dn.pt/sociedade/mais-de-15-mil-hectares-arderam-em-portugal-nos-ltimos-cinco-dias


[0002] Jornal o Diário de Notícias

Data do acesso [06/07/2026 = 21/04/5787 = 23/02/1448]

<Plataforma de correção de exames nacionais "em manutenção" até às 15h> Processo que passou a ser digitalizado tem sido marcado por atrasos e falhas informáticas. FENPROF diz que esta semana é chave para "clarificar" se correção está "definitivamente comprometida".

André Certã 

Publicado a: 06 Jul 2026, 08:57

Atualizado a: 06 Jul 2026, 08:57

A plataforma usada pelos professores para a correção dos exames nacionais está novamente em baixo, avançou o jornal Público esta segunda-feira e confirmou o Diário de Notícias junto de vários professores. Ao tentarem aceder à plataforma, os professores são recebidos por uma mensagem de que está "em manutenção" e que a "reabertura" será às 15h00.

A correção dos exames nacionais deste ano, anteriormente feita no papel, passou a ser digitalizada e feita na Plataforma de Classificação e Supervisão. Porém, os problemas informáticos têm atrasado este processo que devia ter arrancado totalmente no dia 23 de junho e terminado com a publicação das notas no dia 14 de julho -- prazo que já foi adiado para o dia 17 deste mês.

Para o sindicato de professores FENPROF, esta semana vai "clarificar se o processo dos exames do ensino secundário de 2026 está ou não definitivamente comprometido" .

Num comunicado emitido esta segunda-feira, a federação escreveu que caso os problemas que se têm verificado continuem a ocorrer "o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) terá que assumir as suas responsabilidades, admitir que estão comprometidos os Exames 2026 e encontrar uma solução que não prejudique professores, alunos e respetivas famílias".

→ link (acessado 06/07/2026): https://www.dn.pt/sociedade/plataforma-de-correo-de-exames-nacionais-em-manuteno-at-s-15h


[0003] Jornal o Diário de Notícias

Data do acesso [06/07/2026 = 21/04/5787 = 23/02/1448]

<Maior credor de Portugal teme problemas graves na IA e nova recessão na Europa> ESM, o fundo ou mecanismo de resgate europeu, ainda tem a haver 23 mil milhões de euros junto dos contribuintes portugueses. Está preocupado com a guerra e com a saúde do mercado de capitais dos EUA.

Luís Reis Ribeiro

Publicado a: 06 Jul 2026, 06:34

Atualizado a: 06 Jul 2026, 06:34

O "prolongamento" da situação de conflito e tensão militar no Médio Oriente, o "espaço orçamental" cada vez mais exíguo dos países europeus para lidar com exigências financeiras (Defesa, envelhecimento populacional) e um colapso nos mercados de capitais dos Estados Unidos da América (EUA), alimentada por uma desvalorização abrupta do sector da Inteligência Artificial (IA) e um agravamento no risco da dívida soberana dos EUA, facilmente arrastarão a Europa e a maioria dos países europeus para uma nova recessão em 2027 e um novo quadro de inflação elevada que, neste cenário adverso, pode chegar mesmo a 5%, avisa o Mecanismo de Estabilidade Europeu (ESM - European Stability Mechanism), o fundo de resgate da Zona Euro e maior credor de Portugal.

Na primeira edição do Observatório da Estabilidade da Zona Euro (Euro Area Stability Watch), apresentada esta segunda-feira, Rolf Strauch, economista-chefe do ESM, explicou, em conferência de imprensa, que "uma escalada das tensões geopolíticas e dos riscos

económicos associados está no topo das preocupações dos investidores, como demonstra um recente inquérito realizado pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade junto de participantes nos mercados financeiros".

Recorde-se que o ESM é o maior credor de Portugal, tendo ainda a haver do contribuintes portugueses mais de 23 mil milhões de euros por conta do resgate financeiro de 2011 a 2014 na sequência da bancarrota do país em 2010/2011.

Segundo o economista alemão, "para compreender melhor estes riscos", o ESM sentiu necessidade de, como outras instituições, caso do Banco Central Europeu (BCE), começar a incluir nas suas avaliações "um cenário adverso destinado a avaliar as perspetivas macroeconómicas e orçamentais dos Estados-membros da área do euro".

Mais do que isso. Strauch explicou que é um "dever" do ESM como credor monitorizar estes novos riscos, que têm vindo a crescer.

"A Zona Euro enfrenta uma conjugação sem precedentes de desafios", entre eles, "o aumento das ameaças à segurança, a fragmentação das relações comerciais globais, as perturbações no fornecimento de energia e os períodos de volatilidade nos mercados financeiros exercem uma pressão crescente sobre o crescimento económico e as finanças públicas".

Até aqui, a área da moeda única europeia "tem demonstrado resiliência perante choques anteriores, mas não ficará imune aos que se avizinham", avisa Rolf Strauch, que lança a pergunta: "Conseguirá a área do euro manter-se resiliente à medida que os riscos externos se intensificam e as margens orçamentais se esgotam?"

"Mercados" vão apertar outra vez com os países do euro

A resposta "é clara": para o economista-chefe, "um crescimento mais fraco e uma procura cada vez maior de apoios públicos estão a pressionar a sustentabilidade da dívida, tornando inevitáveis escolhas políticas difíceis".

"Muitos países" – Portugal incluído pois, diz o ESM, deve enfrentar exigências orçamentais significativas nos próximos dez anos (até 2035) devido ao "envelhecimento" da população e aos gastos militares exigidos pelos novos acordos internacionais, designadamente no âmbito da NATO – "terão de prosseguir ajustamentos orçamentais mais determinados para preservar a credibilidade do quadro orçamental europeu".

"Caso contrário, como demonstraram crises anteriores, os mercados financeiros tenderão a impor constrangimentos cada vez maiores ao espaço orçamental dos governos, gerando mais incerteza e instabilidade."

O ESM fez algumas contas preliminares assumido que nem tudo correrá normalmente a partir de agora. "Este cenário parte do princípio de que dois riscos de elevada relevância se materializam em simultâneo", explica o economista-chefe.

"Em primeiro lugar, as tensões geopolíticas prolongam-se, eventualmente com uma nova escalada no Médio Oriente, levando a uma subida dos preços da energia e mantendo elevados os níveis de incerteza. Em segundo lugar, uma reavaliação abrupta dos ativos norte-americanos restringe as condições financeiras globais e transmite perdas aos investidores europeus."

"Cada um destes choques, por si só, já representaria um desafio significativo", mas, assumindo que acontecem em simultâneo ou mais ou menos ou mesmo tempo, esses choques "podem empurrar a Zona Euro para uma recessão, fazer a inflação anual aproximar-se dos 5% e colocar a maioria dos países numa trajetória ascendente da dívida pública, assumindo que não há alterações das políticas monetária e orçamental".

A longo prazo, "provocariam uma perda de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona Euro, o equivalente ao PIB [anual] da Finlândia", exemplifica.

De acordo com o novo cenário desfavorável, a recessão europeia duraria, pelo menos, quatro trimestres consecutivos a partir do início de 2027.

O alto responsável do mecanismo europeu justifica que este novo estudo é agora mais pertinente por vários motivos, que até ao passado recente não se verificavam.

"O que distinguiu o episódio recente não foi apenas a gravidade do choque imediato, mas também a probabilidade de o risco geopolítico elevado persistir".

Assim é também porque "a intervenção militar no Irão agravou igualmente as preocupações de segurança em importantes pontos de estrangulamento marítimos [como é caso exemplar do Estreito de Ormuz, por onde passava 20% do fluxo mundial de petróleo e gás] e baixou a fasquia no que toca a futuros confrontos noutras regiões".

Isto porque, depois do que aconteceu no Golfo Pérsio, na sequência do ataque dos EUA e de Israel ao Irão no final de fevereiro, o mundo está em alerta redobrado e a desconfiança quanto a episódios parecidos no futuro, espoletados por estes dois países ou outros, é um novo factor que passou a ser tido em conta ou que domina as novas previsões e análises que estão a ser feitas.

Gastos militares, risco soberano dos EUA e colapso no sector da IA

Segundo Rolf Strauch, "em primeiro lugar, o espaço orçamental está a diminuir, em parte devido ao aumento das necessidades de despesa com a defesa", ainda que no novo estudo que apresentou esta segunda-feira, "uma parte significativa desta despesa pode, ao longo do tempo, apoiar o crescimento económico de longo prazo e, dessa forma, acabar por se autofinanciar, desde que seja aplicada de forma produtiva".

Em segundo lugar, o economista adverte que "a Zona Euro continua estruturalmente exposta a perturbações no fornecimento de energia decorrentes das tensões geopolíticas", choques que "aumentam os preços e a incerteza, prejudicam a competitividade e o investimento e criam o risco de danos duradouros na produtividade".

Em cima destes dois, há um novo advento que deixa o ESM inquieto, apontando para o efeito combinado de três problemas. A degradação do risco de crédito do EUA pode sofrer por causa dos seus défices e dívida elevadíssimos; a "preocupação" com a independência da Reserva Federal dos EUA face aos desejos do governo e do Presidente Donald Trump; e o rebentamento de uma bolha bolsista ligada à IA.

Aqui, o economista-chefe do ESM assume de forma clara que no seu novo cenário mais exigente conta que "as valorizações elevadas das ações norte-americanas poderão sofrer uma correção abrupta caso diminua o otimismo em torno dos investimentos em inteligência artificial (IA)".

"As expectativas de um crescimento excecional dos lucros impulsionado pela IA têm contribuído para a subida das valorizações bolsistas" e "os gastos de capital das maiores empresas dos Estados Unidos em infraestruturas de IA têm sido substanciais e as notícias relacionadas com esta tecnologia são consideradas mais influentes para os mercados do que as divulgações de indicadores macroeconómicos tradicionais", observa o alto responsável.

No entanto, há um problema nisto tudo: "o retorno efetivo destes investimentos continua a ser incerto, sobretudo tendo em conta o aumento da concorrência no desenvolvimento desta tecnologia" e, assim, "a ideia de que os lucros das grandes empresas tecnológicas continuarão a compensar as pressões que afetam o conjunto do mercado pode vir a ser posta em causa".

→ link (acessado 06/07/2026): https://www.dn.pt/economia/maior-credor-de-portugal-teme-problemas-graves-na-ia-e-risco-de-nova-recesso-na-europa


[0004] Jornal o Diário de Notícias

Data do acesso [06/07/2026 = 21/04/5787 = 23/02/1448]

< Onda de calor: quatro distritos sob aviso vermelho e mais de 100 concelhos em perigo máximo de incêndio > Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

DN/Lusa

Publicado a: 06 Jul 2026, 05:37

Atualizado a: 06 Jul 2026, 05:37

Mais de uma centena de concelhos do interior norte e centro estão em perigo máximo de incêndio esta segunda-feira, 06 de julho. Também estão em alerta máximo dez concelhos dos distritos de Évora, Beja e Faro, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Santarém, Castelo Branco, Coimbra, Leiria, Portalegre, Évora, Beja e Faro.

O IPMA colocou ainda em risco muito elevado e elevado todo o restante território de Portugal continental, à exceção de 19 concelhos do litoral dos distritos de Leira, Lisboa, Coimbra, Aveiro e Porto, numa altura em que Portugal continental enfrenta uma onda de calor.

O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.

Por causa do tempo quente, o IPMA pôs os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre sob aviso vermelho até às 23:00 de hoje, passando depois a laranja até às 09:00 de quarta-feira.

O IPMA colocou também os distritos de Viseu, Évora, Faro, Vila Real, Setúbal, Santarém e Beja com aviso laranja até às 09:00 de quarta-feira devido à persistência de valores extremamente elevados, quer da máxima, quer da mínima.

Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar sob aviso amarelo por causa do tempo quente até às 23:00 de hoje.

Também por causa do tempo quente, também as regiões montanhosas da ilha da Madeira estão com aviso laranja até às 11:00 de quarta-feira.

As costas norte e sul da ilha da Madeira e o Porto Santo vão estar sob aviso amarelo devido ao calor até às 11:00 de quarta-feira.

O aviso vermelho é emitido pelo IPMA nos casos de situação meteorológica de risco extremo. Já o aviso laranja indica uma situação meteorológica de risco moderado a elevado e o amarelo risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente continuação de tempo quente com céu pouco nublado ou limpo e aumento temporário de nebulosidade nas regiões do interior durante a tarde, com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoada.

A previsão aponta ainda para vento em geral fraco predominando do quadrante oeste, tornando-se fraco a moderado a partir da tarde, possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro em alguns locais do litoral Norte e Centro e descida de temperatura no litoral Norte e Centro, sendo acentuada da máxima.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 17 graus em Leiria e os 26 em Castelo Branco e Portalegre e as máximas entre os 24 (Aveiro) e os 42 (em Évora).

→ link (acessado 14/02/2026): https://www.dn.pt/sociedade/onda-de-calor-quatro-distritos-sob-aviso-vermelho-e-mais-de-100-concelhos-em-perigo-mximo-de-incndio

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